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Comandante da PM tranquiliza população sobre onda de criminalidade

O comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar de Três Lagoas (MS), tenente coronel James Magno de Morais Silveira, pede compreensão e tranquilidade da população em geral a respeito da “onda de violência” registrados na cidade.
Segundo o comandante, não existe onda de violência e sim, de pequenos furtos e roubos. “Após algumas situações que aparecerem no cenário municipal, nós temos que desmistificar essa questão de “onda de violência”. Em reunião, foi mostrado para o conselho municipal que nós [PM] conseguimos baixar os índices de furto e de roubo do ano passado, que já eram menores que em 2016. Furtos em 2017 nós tínhamos 125 nós baixamos para 102, já o de roubos, de 25 ocorrências caiu para 10, então, há uma redução de 50%. Queremos mostrar que essa onda que é falada para a comunidade de que a cidade está violenta é fictícia”, enaltece.
Ainda de acordo com o comandante, o que vem ocorrendo são furtos na área central e que o serviço de inteligência da Polícia Militar conseguiu prender dois elementos que faziam furtos nos estabelecimentos. “Quero deixar bem claro que esses dois elementos já estão presos. A tendência é que esses furtos diminuam e o policiamento vai continuar sendo intensificado, independente da prisão desses dois meliantes. Estamos trabalhando com competência e inteligência e conseguindo diminuir esses índices”, reforça.
O comandante esclarece o assunto após uma reunião feita com empresários, devido à quantidade de arrombamentos, furtos e roubos nos estabelecimentos comerciais de Três Lagoas. Representantes das entidades de classe chegaram a pedir ajuda ao deputado estadual Eduardo Rocha (MDB), que chegou a solicitar ao governo do estado a vinda de uma Tropa de Choque ao município.

Trabalhar junto com a prefeitura municipal
Para reforçar a segurança dos munícipes em praças e zelar pelo patrimônio público, a polícia militar trabalha em conjunto com a prefeitura municipal e secretarias, prevenindo o cometimento de crimes. “Na reunião nós também discutimos o trabalho que a PM realiza junto com a prefeitura, secretaria municipal de assistência social e secretaria de desenvolvimento econômico, na intenção de não deixar a população ser abordada por cidadãos pedindo dinheiro. Esse não é o papel da polícia, mas nós estamos atuando junto com a assistência social para que possamos diminuir a aglomeração desses indivíduos. O cidadão três-lagoense merece andar livre sem ser importunado”, destaca.
Reforço no efetivo
Em relação à solicitação do deputado estadual Eduardo Rocha sobre a vinda da Tropa de Choque ao município, o tenente coronel James Magno, esclarece que o que a cidade precisa é de mais policias no efetivo e não uma Tropa de Choque. “Três Lagoas precisa de um efetivo maior, devido à defasagem de policiais por situações de aposentadoria, afastamento médico, transferências, e outros. Existe uma previsão do governo do estado de um novo concurso e esperamos que sejamos atendidos com esse efetivo. Quero deixar claro para a população que a Tropa de Choque para Três Lagoas não seria o ideal porque o trabalho que é feito pela Tropa em Campo Grande também é realizado pela nossa Força Tática. O ideal nesse momento seria o reforço de policiamento. Nossa intenção é estar o mais próximo da população.”, conclui.

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